Uma bola e as quatro linhas não delimitam a verdadeira capacidade humana de um jogador de futebol.
Fique pode dentro da última vez que…
Uma mulher o deixou de boca aberta: talvez tenha sido a primeira, foi quando conheci a Miss América 2007, Rachel Smith. Tudo aconteceu num jogo da Seleção norte-americana e ela apareceu do nada. Era uma convidada de honra para o evento. Na minha opinião ela era tão bonita que fiquei sem saber o que dizer. Algo novo para mim, mas ela era realmente espetacular!
Pensou “estou satisfeito com o que atingi”: aconteceu recentemente ao fazer uma retrospetiva destes últimos anos ao serviço do Sporting Clube de Portugal. O facto de ter recuperado bem após uma lesão no joelho, recuperar o nível físico a que estava habituado, conquistar e manter a titularidade no onze inicial, ter sido decisivo nalguns momentos importantes, toda esta junção de bons momentos deixam-me plenamente satisfeito com esta fase da minha vida.
Censurou-se a si mesmo: ocorreu após ter sido expulso num jogo para a Taça da Liga contra o Gil Vicente. Apesar de ter sido um lance necessário, senti que desiludi muitas pessoas, assim como os meus colegas de equipa, e isso é mais do que suficiente para me censurar na tentativa de melhorar.
Ficou emocionado com o futebol: deveria ter cerca de 19 anos. Tudo aconteceu após o último jogo que fiz na Universidade. Não costumo chorar muito, pois acredito que temos de ser fortes e acreditar sempre em nós e nas nossas decisões, mas esse último jogo significava o adeus à minha terra natal e o iniciar de uma aventura no estrangeiro. Aperceber-me que seria última vez que iria jogar com os meus amigos e no meu país foi mais que suficiente para ter sentido as lágrimas a cair.
A timidez o deixou ficar mal: deve ter sido quando cheguei a esta produção com a Men’s Health. A verdade é que sou uma pessoa tímida por natureza. Tento compensar ao máximo através de outros aspetos, mas não sou de falar demasiado, especialmente em frente a pessoas que não conheço, por isso é normal “apanharem-me” a olhar para o chão na tentativa de disfarçar a minha timidez. Claro que dentro de campo o assunto muda de figura!
Pensou “tenho de dar ainda mais de mim”: foi após o último jogo. Penso sempre assim após todos os jogos. Corram bem ou corram mal, sou exigente comigo mesmo e quero evoluir cada vez mais. São raras as noites após os jogos em que consigo dormir. Passo horas na cama a pensar em momentos do jogo, no que poderia ter feito diferente, como seria se tivesse tomado outra opção, por que motivo não corri mais naquele lance. A minha intenção é corrigir-me ao máximo para ser cada vez melhor. E também para conseguir dormir mais umas horas depois de cada jogo. (risos)
Ficou emocionado com algo que um adepto lhe disse: talvez tenha sido insignificante para o adepto em questão, mas para mim foi algo que me tocou de maneira muito positiva. Ele simplesmente aproximou-se, apertou-me a mão e disse que tinha muito orgulho em mim. Para uma pessoa que não sabe nada sobre a minha pessoa, que não me conhece pessoalmente, entre todas as palavras que podia ter escolhido, de todas as coisas que poderia ter-me dito, ter optado por dizer que tinha orgulho em mim foi algo simples, à primeira vista, mas que significou imenso para mim.
- E para terminar...
QUal o vosso clube de eleição?




















































